19 de setembro de 2013   Publicado por: Garante Araribóia

Síndico deve organizar vida de cão no condomínio

Para evitar problemas, entretanto, o condomínio deve disciplinar a presença e circulação dos animais

A presença de animais de estimação em apartamentos, especialmente de cães e gatos, é cada vez maior nos edifícios residenciais de São Paulo. Embora algumas convenções de condomínio proíbam a permanência de animais, as decisões da Justiça quase sempre vão no sentido inverso, a não ser que haja comprovado risco à saúde ou à segurança dos moradores.

Para evitar problemas, entretanto, o condomínio deve disciplinar a presença e circulação dos animais. A Lello, empresa líder em administração condominial no Estado de São Paulo, orienta os síndicos a estabelecer normas conforme a lei municipal nº. 13.131, de 2001. O não cumprimento das regras pode gerar um mal estar geral no condomínio, além de multa contra os condôminos infratores. A administradora ressalta que o diálogo é o melhor caminho.

O primeiro passo é permitir apenas a presença de animais de pequeno porte. “Os síndicos também devem orientar os moradores a optarem sempre por cães com raças de comportamento tranqüilo e não agressivo ou barulhento”, afirma Angélica Arbex, supervisora de Marketing da Lello Condomínios.

Em relação à circulação nas áreas comuns do condomínio, a recomendação é para que os proprietários carreguem os animais no colo, com guia e coleira, além de utilizar o elevador de serviço e as entradas de garagem para transporte. “É importante, ainda, evitar entrar no elevador com o animal quando houver outras pessoas dentro, pois há pessoas que não gostam de bichos e, além disso, existe o risco de acidentes”, observa Angélica.

A supervisora de Marketing da Lello explica que alguns condomínios maiores costumam permitir que os proprietários passeiem com os animais áreas como jardins e outros espaços ao ar livre. “De qualquer maneira, é fundamental que o condômino mantenha cuidados com a higiene e providencie a remoção da sujeira que o animal eventualmente fizer na área comum do condomínio”, afirma.

Segundo Angélica, o síndico deve orientar, ainda, que os moradores tomem cuidado para que o animal de estimação não perturbe o sossego dos vizinhos, evitando, principalmente, que os cães fiquem sozinhos por longos períodos nos apartamentos.

Fonte: Imóvel Web

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