21 de outubro de 2014   Publicado por: Garante Araribóia

Obras corporativas: prazos são prioritários para o mercado

Decidir sobre o melhor momento para expandir os negócios exige muito planejamento, principalmente quando envolve a construção de um estabelecimento. Obra parada, no mercado corporativo, é sinônimo de prejuízo, não apenas pelo que se gasta a mais com profissionais, aluguel e outros, mas principalmente pelo que se deixa de ganhar com o estabelecimento fechado.

Além do planejamento, essencial para o sucesso de qualquer expansão corporativa, outros fatores também devem ser observados. Tão importante quanto a escolha da localização está a data de entrega da obra e a qualidade da construção, pois esses itens evitam que o negócio permaneça de portas fechadas por mais tempo que o necessário.

Para que a obra seja realizada de maneira eficaz, a construtora contratada deve entender as necessidades e valores, bem como a viabilização dos itens, prazos e compromissos da empresa contratante – nessa hora, optar por uma empreiteira mais barata, a fim de economizar nos investimentos de implantação, pode não ser uma boa ideia. É preciso avaliar o custo X benefício. Isso porque o objetivo principal dos clientes corporativos que fazem implantações e/ou reformas é viabilizar o empreendimento e adiantar o quanto antes o início do faturamento da empresa.

O contratante deve desconfiar de construtoras cujos valores praticados são abaixo do teto do mercado, pois costumeiramente elas podem falhar na eficiência e com prazos.

Nessa hora, o ditado ‘o barato que sai caro’ costuma fazer sentido, pois, com a demora na entrega da construção, a empresa também perde um precioso tempo com as suas vendas, o que prejudica os lucros.

Além da demora na entrega da obra, outros problemas podem ser evitados se observados de perto. Contar com uma equipe capacitada e multidisciplinar para acompanhar a evolução da obra ou designar um colaborador de confiança para checar o processo é uma boa pedida. Acompanhe quais dificuldades podem ser minimizadas, caso sejam notadas no início:

Custos.

Muitas construtoras costumam oferecer custos iniciais menores, mas com o decorrer da obra, novos valores passam a ser somados, o que encarece o custo final. O retrabalho para ajustar o que foi feito errado, o desgaste enfrentado na hora de procurar por outra construtora e a perda de tempo para gerenciar uma obra mal realizada não costumam compensar a economia realizada no início, por isso, a importância de firmar parceria com empresas transparentes, cujos valores são compatíveis com o mercado.

Manutenção.

Quando não há planejamento e busca de novas opções de execução, o custo de manutenção mensal da obra acaba se tornando mais alto. Quando colocadas em prática pelas construtoras, a padronização e realização de obra inteligente acabam reduzindo as despesas recorrentes nesses casos. Os planejamentos, que englobam desde prazos até custos de manutenção e acabamento, devem ser seguidos, o que reduz gastos desnecessários e não prejudica o orçamento destinado à realização da obra.

Para evitar complicações como as listadas acima, o momento de definição da construtora deve ser pautado não só pelo valor final, mas também pela análise do escopo e valores que agreguem. A capacidade de se manter parceira da empresa contratada também deverá ser levada em consideração – pois, a cada obra executada, ambos os lados da relação (tanto o cliente, como a construtora), saem ganhando, já que o conhecimento dos dois aumenta a cada nova construção, com problemas e interferências cada vez mais facilmente solucionados.

Fique atento às novidades

Dentre as novidades oferecidas pelas construtoras antenadas aos prazos e necessidades de seus clientes, estão o monitoramento de obras online, medição de fornecedores, envio de notas fiscais via tablet, informações sobre a ação e demais comentários, que podem ficar disponíveis em aplicativos próprios – estas ferramentas salvam todas as informações e deixam o processo disponível ao cliente, que possuirá todo o manual e historio de sua obra na internet, ao invés de em papel. Tudo isso para que os prazos, prioritários para o mercado, sejam cumpridos; pois são eles que permitem que o aumento do faturamento da empresa, principal fator motivacional da obra, saia inalterado, pois só o que deverá ser modificado – e para melhor – é o ponto comercial da empresa.

Daniel Fazenda Freire é Engenheiro Civil e diretor das empresas D2F Engenharia e TIER4 Intelligent Solutions. Formado pela Escola de Engenharia Mauá, há mais de 10 entrega projetos de construção e reforma para redes varejistas, empresas e pessoas físicas. www.d2fengenharia.com.br

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