9 de fevereiro de 2015   Publicado por: Garante Araribóia

O elevador travou. E agora?

Qual a maneira correta de agir quando ele entra em pane e há moradores dentro? Conheça os procedimentos

É só apertar o botão e ele chega. Leva para cima e para baixo o dia inteiro. No meio do caminho pode acontecer de parar.  Porém, como é algo que não costuma acontecer com frequência, quem mora em apartamento normalmente não está preparado para a parada repentina e acaba deixando o pânico invadir a situação. Nesta hora o treinamento adequado dos funcionários do prédio é fundamental.

As causas mais comuns de falhas são a falta de manutenção e de energia elétrica, mas mesmo quando falta luz, o freio mecânico é acionado para não provocar a queda brusca.

Transportar uma carga maior do que a capacidade máxima, solicitar todos os elevadores ao mesmo tempo, infiltração na casa de máquinas, lixo no poço do elevador, entre outras coisas, são fatores que também afetam o bom funcionamento do equipamento. O primeiro ponto importante, portanto, é o condomínio estar atento à regularidade nas manutenções, e deixar claro aos moradores que eles podem contribuir utilizando-o de forma correta.

Muita calma nessa hora – Para tranquilizar quem ficou preso e realizar a retirada com segurança e rapidez, “os funcionários do condomínio podem ser capacitados por cursos ministrados pela empresa que realiza a manutenção dos elevadores no condomínio, mas isso não os torna aptos para realizar o resgate”, explica Glauber Augusto, da Basic Elevadores.

De acordo com Augusto, o Corpo de Bombeiros também pode realizar o resgate, entretanto o mais recomendável é que empresa responsável pela manutenção seja acionada para não haver nenhum dano à porta do elevador.

Contato com a portaria – A estudante de medicina Bárbara Pimentel passou recentemente pela experiência de ficar presa no elevador. Junto da mãe e de outros condôminos, o equipamento travou entre o 6º e 7º andar do prédio. “Quando ele travou, deu uma balançada, parecia que iria cair, mas estabilizou”, relata.

Assim que o incidente ocorreu, uma das pessoas presas acionou o socorro pelo interlocutor no painel do elevador. Segundo Glauber, da Basic Elevadores, é o procedimento correto. “O usuário preso deve manter contato com a portaria pelo interfone e os funcionários do prédio deve ajudá-lo a manter o controle”, pontua.

Neste caso, porém, o resgate não foi realizado da maneira certa. Após 20 minutos dentro do elevador, o zelador e o porteiro do prédio retiraram quem estava preso, o que não é recomendado, pois pessoas não autorizadas podem ocasionar acidentes. O ideal é sempre aguardar a chegada da equipe especializada ou, em alguns casos, do Corpo de Bombeiros.

Evitando o pânico

  • Se faltar luz, o nobreak, aparelho instalado no elevador, faz com que o equipamento não pare no meio do caminho, mas é preciso garantir que ele esteja em perfeitas condições, por isso a manutenção regular é importante
  • O treinamento de funcionários do condomínio é realizado pela empresa de conservação para que auxiliem as pessoas presas e chamem o resgate de forma correta. O síndico deve providenciar para que todos sejam treinados
  •  Além da equipe da empresa de elevadores, apenas os bombeiros podem realizar o resgate. Os funcionários não devem tentar realizá-lo por conta própria pois os riscos de ocasionarem um acidente são grandes

Fonte: iCondominial

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