3 de julho de 2013   Publicado por: Garante Araribóia

Medidas querem amenizar conflitos gerados pela presença de animais

Discutir o tema em assembleias é a melhor maneira de evitar os conflitos e criar regras que valham para todos

Discutir o tema em assembleias é a melhor maneira de evitar os conflitos e criar regras que valham para todos

Houve uma época em que criar animais em condomínios era alvo de proibições e muita confusão entre moradores. Atualmente é raro encontrar um condomínio que restrinja a entrada ou que defina o porte dos bichos nas dependências, pois as proibições interferem diretamente no direito de propriedade, garantido pela Constituição Federal. Entretanto, as discussões sobre o tema estão longe de cessar.

Entre as brigas, a mais comum diz respeito à área de circulação dos bichos, ao barulho e ao mau cheiro que os animais de estimação podem produzir. Alguns condomínios criam regras para a circulação dos animais, inclusive criando áreas específicas para eles. Ângela del Pino, Gerente da Auxiliadora Predial, imobiliária recém-chegada à capital paranaense que conta com 81 anos de história e 62 lojas distribuídas por quatro estados, diz que ações simples têm surtido efeito para manter a ordem. “Nas áreas comuns, a recomendação é que os animais de pequeno porte sejam carregados no colo ou em carrinhos, já os de grande porte devem estar sempre em suas guias”, orienta Ângela.

A questão do mau cheiro ou do barulho pode ser amenizada com a criação de uma área exclusiva para cães, conhecida como Dog Walk, que permite ao animal fazer suas necessidades fisiológicas e pequenas caminhadas. A síndica Cristiane Soares, do Condomínio Ankara Park, de Porto Alegre, comanda a implantação de uma área como esta. “O condomínio tem um espaço que poderá ser utilizado como Dog Walk e já consultamos uma veterinária para definir as regras de uso, mas a criação da área deverá passar por deliberação em assembleia”, indica Cristiane.

Discutir o tema em assembleias é a melhor maneira de evitar os conflitos e criar regras que valham para todos. “Com o regulamento interno bem definido, cada morador sabe exatamente como agir com o animal no condomínio e as punições caso não cumpram as determinações”, indica Ângela. Orientações por parte da administração do condomínio também ajudam a alertar e conscientizar os moradores. Isto pode ser feito na forma de mural, de comunicados ou até mesmo por meio de sinalização das áreas corretas para os animais.

Fonte: O Morador Online

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