7 de novembro de 2014   Publicado por: Garante Araribóia

Espaço coworking em prédios residenciais começa a crescer no Rio

Construtoras investem em novo modelo para condomínios

Entre as áreas de uso comum, construtoras apostam em áreas de home office, uma espécie de escritório compartilhadoFoto: Divulgação Leduca

Entre as áreas de uso comum, construtoras apostam em áreas de home office, uma espécie de escritório compartilhado

Com os apartamentos cada vez menores e a preferência ou necessidade de se trabalhar em casa cada vez maior, o espaço coworking em condomínios residenciais começa a surgir como solução e tendência que deve vingar. O modelo já acontece em outro estados, como Paraná e São Paulo. No Rio, porém, ainda é uma ideia praticamente na fase embrionária. Há pouquíssimos projetos que oferecem uma sala compartilhada para os moradores realizarem suas atividades profissionais dentro dos condomínios. Seria o mesmo que um espaço de yoga, ginástica ou churrasqueira, porém, como um objetivo apenas: trabalhar perto de casa sem necessariamente ser dentro do apartamento.

— Nós temos um empreendimento misto em que a parte residencial são unidades de sala e quarto, então, a ideia é oferecer este espaço para o morador receber clientes e fazer suas atividades de trabalho. O morador deixa de ter a necessidade de ter um escritório em casa e passa a ter no condomínio. É a extensão da sua casa — explica Marco Túlio Cabral, diretor da MR2 que, em parceria com a Martinelli lançou este ano o “Connect Life Work Trade”, um empreendimento misto na Taquara, Zona Oeste, onde na parte residencial, de 263 unidades, os moradores terão duas salas de home office para usar.

Cabral explica que o espaço comunitário será feito sob reserva e com um custo extra, o qual será cobrado junto à taxa de condomínio. O empreendimento terá também uma parte comercial, com 110 salas. Neste caso, há duas salas destinadas para reunião.

— Apesar de ser mix, os prédios são independentes. Quem está no comercial só pode reservar as salas de reunião do seu edifício. E somente quem está na área residencial tem direito ao home office.

A RJZ Cyrela é uma das construtoras que tem adequado tal proposta em seus projetos. Tanto no “Wave Ipanema” quanto no “Riserva Golf”, na Barra, os moradores têm acesso a um escritório equipado com poltronas, cadeiras, mesas e wi-fi. Já no “Ocean Pontal Residence & Beach Place”, no bairro Pontal Oceânico, além do espaço coworking, haverá um sala somente destinada para os estudos.

Outra construtora que também apostou na ideia é a Leduca. No condomínio “Outside”, em que entre as áreas de uso comum haverá um home office, uma espécie de escritório compartilhado, para onde os moradores podem levar seus laptops para trabalhar ou estudar.

Fonte: O Globo

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