23 de maio de 2013   Publicado por: Garante Araribóia

Crianças no condomínio

Apesar de natural e relacionada à pouca idade, correria, risadas e conversas em volume alto e os diferentes tipos de brincadeiras das crianças podem incomodar outras pessoas quando acontecem dentro dos condomínios.

É claro que todas as crianças têm o direito de brincar, mas muitos imóveis não contam com espaços próprios para a diversão dos pequenos e é aí que muitos problemas começam. Quando a criançada não possui uma quadra ou um parquinho, espaços como corredores, garagem, hall de entrada e escadas podem virar palco para as brincadeiras. Como tais locais não são apropriados para a diversão, a bagunça pode imperar, assim como objetos e equipamentos podem ser estragados de forma acidental.

Para evitar dissabores, há várias estratégias a serem adotadas. Se o condomínio não tem condições de realizar obras para promover a integração das crianças, uma dica é contratar uma empresa de recreação, ao menos durante as férias escolares, para o desenvolvimento de atividades esportivas e educativas. Em alguns casos, mediante a autorização dos pais, podem ser realizados passeios para que as brincadeiras ocorram em local diferente ou mais espaçoso.

Quando o condomínio dispõe de um espaço subutilizado, a solução pode ser a criação de um espaço como uma brinquedoteca ou um salão de jogos, sendo que deverão ser fixadas regras para a utilização do local, como horário de funcionamento e idade máxima permitida.

Se o imóvel tiver condições de receber uma obra de maior porte, quadras e playgrounds são boas pedidas. O síndico deve atentar para a compra dos equipamentos, que devem ser os mais seguros possíveis e capazes de satisfazer as mais diversas faixas etárias.

É importante salientar que todas estas decisões devem ser tomadas em comum acordo com as crianças, afinal, elas são as maiores interessadas. Apesar de estranho à primeira vista, as crianças podem ser convidadas para uma assembleia. Outra ideia é promover a eleição de um síndico-mirim, que ficaria responsável por levantar as necessidades e desejos das crianças e levá-las ao síndico propriamente dito.

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