10 de outubro de 2012   Publicado por: Garante Araribóia

Comprador deve observar perfil antes de fechar contrato do imóvel

Tanto na compra quanto na locação, o perfil da família precisa ser posto como prioridade antes da escolha do imóvel adequado

Em tempos de altas de imóveis, pesquisas que indicam bolha no mercado brasileiro e outros casos, escolher um lugar para morar também se torna uma situação complicada. Sejam casais, idosos ou “sozinhos”, a importância de pesquisar com responsabilidade é bem grande.

Em média, o brasileiro compra dois imóveis durante a vida, diferentemente de outros bens de consumo que são trocados regularmente; o que por si só já é um bom motivo para se tomar todos os cuidados possíveis antes e após a assinatura do contrato de compra, venda ou locação.

Quarto

José Augusto Viana, presidente do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), orienta as pessoas a buscarem imóveis, principalmente, de acordo com o número de componentes da família. “Evidentemente, se a família ainda é recém-formada vale um apartamento pequeno, no entanto, se a família tem pretensões de ter filhos ou então, aumentar o número de filhos, é interessante tentar ir direto a um imóvel com 3 dormitórios”, explica. Inclusive, diz ele, os imóveis mais procurados costumam ser os de 2 e 3 dormitórios.

Individual
Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP (Sindicato de Habitação do Estado de São Paulo) fala que para divorciados e outros tipos de pessoas que vivem sozinhas, a melhor busca é por imóveis compactos, geralmente com 32m². “No entanto também há aqueles que buscam imóveis grandes, espaçosos, com vários ambientes. O produto se ajusta às necessidades, mas é importante considerar os preços, se cabem no bolso”, orienta ele.

Segundo o presidente do Creci-SP, quem mora sozinho geralmente costumava procurar o Centro de São Paulo, por facilidades de acesso, já que geralmente dedicam suas vidas quase que inteiramente ao trabalho. “Havia a tendência por apartamentos do tipo ‘estúdio’”, afirma Viana se referindo a imóveis sem divisões (exceto banheiro), entretanto, “a moda caiu devido à alta dos preços”, diz ele, explicando que na maioria das vezes uma pessoa não consegue pegar um apartamento sozinha, mesmo os de 1 quarto. “É uma escolha particular e depende de muitos fatores”, completa.

Terceira Idade
Quem já alcançou a terceira idade busca viver mais tranquilamente, excluindo riscos e tarefas do dia a dia, principalmente em relação ao acesso ao imóvel. Petrucci diz que imóveis localizados em regiões com hospitais e praças podem ser boas alternativas. “Idosos precisam de melhores condições de acessibilidade e apartamentos maiores podem ser mais facilmente adaptados para atender às limitações da idade”, completa.

Já Viana, presidente do Creci-SP, afirma que muitos prédios nem possuem elevador e acabam prejudicando a vida de idosos e lembra que, frente a isso, os imóveis do programa “Minha Casa, Minha Vida” destinam o térreo dos edifícios especialmente a quem é da terceira idade.

Fonte: InfoMoney

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