13 de junho de 2013   Publicado por: Garante Araribóia

Coleta seletiva mesmo sem o apoio do síndico

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Para implantação da coleta seletiva é inte­ressante poder contar com o apoio do síndico, mas caso o gestor não deseje aderir à ideia, qualquer morador pode implantar este sistema no condomínio.

Para que a coleta seletiva no condomínio dê certo, primeiramente é preciso verificar qual será o destino do material separado. O ideal é fazer o contato com uma cooperativa de catadores mais próxima para verificar um calendário para o reco­lhimento do material coletado. Depois, escolher um local do condomínio onde o material reciclável pode ser deposi­tado e orientar os moradores e funcionários do condomínio a separar o lixo reciclável do lixo orgânico. Espalhar cartazes nas áreas comuns do condomínio é uma boa forma de atrair mais participantes.

Mas caso o síndico não deseje colaborar com a coleta seletiva os moradores que tiverem inte­resse podem separar o material reciclável em seus apartamentos e entrar em contato com a coo­perativa de catadores para agendar a entrega do material.

Andréa Ribeiro é moradora de um condomínio da cidade de São Paulo e é um exemplo de quem implantou a coleta seletiva sem o apoio do síndico e deu certo.  Ela conta que inicialmente 14 apartamentos do edifício onde ela mora apoiaram a ideia e decidiram separar o lixo reciclável e ir acumulando em casa mesmo. E agendaram a visita quinzenal da cooperativa para o recolhimento do material.

O projeto foi implantado em maio deste ano e, de acordo com a moradora, o resultado tem sido muito animador. Já foram recolhidos mais de 800 Kg de material reciclável. Andréa diz que ain­da continua com a sua campanha no condomínio para que mais moradores possam aderir ao projeto e que mais material possa ser coletado e doado para a cooperativa.

Curiosidades sobre reciclagem

 Para fabricar uma tonelada de papel reciclado são usados 2.000 litros de água. Para produzir a mesma quantidade a partir da madeira gastam-se 100.000 litros.

 Uma tonelada de papel reciclado evita o corte de até 20 árvores.

 Para se fabricar 1 kg de vidro (equivalente a três garrafas de litro) é necessária a extração de 1,3 kg de areia de dunas e rios.

 Com 1 kg de vidro quebrado se faz exatamente 1 kg de vidro novo.

 A energia economizada com a reciclagem de uma única latinha de alumínio é suficiente para manter uma televisão ligada por três horas.

 Cada tonelada de alumínio reciclado economiza a extração de 5 toneladas de bauxita.

 Atualmente já se fabricam tecidos que trazem em sua composição 20% de fios de plástico obtidos das garrafas de refrigerante (cuja origem são as resinas de Polietileno Tereftalato – PET). O plástico convertido em fios, também é utilizado na fabricação de vassouras e escovas.

 

Fonte: CadeoSíndico / Por Indira Naiara

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