23 de dezembro de 2014   Publicado por: Garante Araribóia

Boa convivência exige que se ‘quebre o gelo’ inicial

A boa convivência em um residencial é um fator básico a ser desenvolvido pelos moradores em busca da tão sonhada qualidade de vida. Sim, da qualidade de vida porque, afinal, ninguém quer sair de casa logo de manhã cedo e se deparar com um vizinho emburrado, que sequer lhe dá um simples “Bom dia”.

Quem mora em prédio recém-entregue, por exemplo, acaba convivendo com as naturais dificuldades de entrosamento com os demais moradores. Então, é preciso ‘quebra o gelo’ e dar o passo inicial em busca de uma nova amizade. E a boa notícia é que isto é possível.

É o que fez o casal Paulo Francisco e Sandra Mara Ramos, moradores do Residencial Amadeus (Estreito). Logo que chegaram no prédio, procuraram aproveitar todas as oportunidades para puxar assunto com algum vizinho.

“A gente não pode ficar inibido, porque todas as pessoas que moram em um residencial novo têm a necessidade de convivência, mas muitas vezes o que atrapalha é a timidez. Tudo começa com um simples cumprimento nos corredores ou elevadores e, de repente, você passa a criar o costume de conversar com o vizinho”, explica Sandra Mara.

Segundo Paulo Francisco, com o passar do tempo alguns grupos de amizade acabam sendo formados nos residenciais. “A gente tem alguns espaços que favorecem a convivência, como o salão gourmet ou a academia de ginástica. Penso que a iniciativa é o segredo de uma futura amizade entre  vizinhos”, observa.

Outro que desde o início também procurou se relacionar com os vizinhos foi Kelson Koch (foto), morador do Residencial Amadeus. “Quando me mudei para o prédio passei a me apresentar aos moradores que avistava nos corredores, elevadores ou no hall de entrada. Já ia dizendo qual era o meu apartamento e iniciava uma conversa, normalmente em torno dos problemas comuns que as pessoas enfrentam quando estão chegando a um novo local.”

No Residencial Aldebaram (Coqueiros), o síndico Renato Miguel Souza, salienta que o bom relacionamento entre vizinhos acaba sendo desenvolvido após algum tempo de convivência. “Não estou falando só de cumprimentos nos corredores, mas de integração. Claro, sempre tem uma exceção ou outra, afinal, estamos nos referindo a um prédio que possui 48 apartamentos, mas em regra geral a convivência é excelente.”

Para a síndica do Residencial Ágata (Agronômica), Cássia Volpato, a convivência entre moradores é sempre imprevisível porque, “por se tratar em um prédio novo, todos se sentem meio que pisando em ovos.”

“É claro que não cabe ao síndico sair por aí ensinando às pessoas como conviver harmonicamente com os vizinhos. Mas alguns comportamentos são básicos e tem a ver com o respeito à individualidade do outro.”

De forma semelhante pensa a síndica do Residencial Amadeus, Scheila Delfino. “A convivência é um assunto delicado quando existe algum conflito. Da minha parte, procuro sempre estimular as pessoas a conversarem, a aprimorarem seus níveis de convivência, porque, afinal, moramos todos no mesmo lugar.”

Fonte: deschamps

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