26 de dezembro de 2013   Publicado por: Garante Araribóia

Animais, crianças e inadimplência são os principais motivos de discórdia entre moradores de condomínios

Segundo Gabriel Karpat, o Regimento interno é responsável por regulamentar a vida condominial

Muitos atritos entre vizinhos poderiam ser evitados ou amenizados com o uso de um regimento interno detalhado e amplamente divulgado para os moradores de um condomínio residencial. A tese é defendida por Gabriel Karpat, consultor especializado em condomínios e diretor da GK Administração de Bens.

Entre os principais motivos de discórdias e atritos dentro dos condomínios está o excesso de barulho causado por animais, crianças ou pela falta de comportamento adequado, avarias causadas por vazamentos, além da inadimplência.

“Algumas simples regras dispostas em um regimento, porém, poderiam solucionar conflitos como esses. Limitar os horários de festas, criar uma lista de ações não permitidas nas dependências do edifício e suas respectivas penalidades, registrar as sanções legais e administrativas para condôminos que deixam de pagar as contas, são exemplos que auxiliariam na administração e na boa convivência”, explica o executivo da GK, empresa que atua no ramo há 35 anos.

Segundo Gabriel Karpat, o Regimento interno é responsável por regulamentar a vida condominial. “Para ter validade, o regimento precisa ser aprovado pela maioria dos condôminos. Devem constar informações sobre a administração do edifício, o modo de usar os serviços comuns, além de outras regras para a manutenção da ordem”, diz.

Com os chamados condomínios-clube, que aliam lazer e serviços cada vez mais diversificados, os problemas se ampliam e a necessidade de um regimento interno abrangente torna-se ainda maior. “Nesse sentido, contar com o apoio de uma boa administradora de condomínios pode fazer diferença. O know-how para esse tipo de trabalho é fundamental para assessorar síndicos no exercício das atividades cotidianas. Para dar esse apoio, porém, a administradora deve possuir conhecimento contábil, fiscal e legal, além do administrativo, a fim de que possa ajudar efetivamente na convivência harmoniosa entre vizinhos”, afirma Karpat.

“A franca expansão do mercado imobiliário, com o surgimento acelerado de novos edifícios, traz a necessidade de um preparo cada vez maior de síndicos e administradoras, para que se organizem melhor, com condições de minimizar esses inúmeros riscos de conflitos entre membros de uma crescente comunidade que é ditada, basicamente, por um único ponto em comum: o fato de habitarem o mesmo local”, conclui o especialista.

Fonte: Bagarai

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