11 de dezembro de 2012   Publicado por: Garante Araribóia

A incidência da dengue nos condomínios

Medidas simples contribuem para extinção do foco

Com o aumento do calor e das chuvas, mais uma vez, os condomínios residenciais de São Paulo devem estar em alerta máximo para o combate ao mosquito da dengue no verão que se aproxima. As administradoras de edifícios na cidade precisam reforçar junto aos síndicos a necessidade de orientação dos moradores sobre medidas preventivas simples para evitar a proliferação do Aedes aegypti (foto), especialmente, em relação ao acúmulo de água parada em recipientes como vasos de planta, garrafas e latas nos apartamentos. Os cuidados com as áreas comuns dos edifícios, como jardins, piscina, caixa d’água, fosso de elevadores, ralos externos, marquises e canaletas de drenagem para água da chuva são também motivo de preocupação.

A Lello Condomínios informou que, segundo boletim divulgado recentemente pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, de janeiro a outubro deste ano houve 21.063 casos de dengue no Estado. O número é 76,5% inferior ao total do mesmo período em 2011, mas a introdução do vírus tipo quatro da dengue no Estado aumenta as chances de um número maior de contaminações para 2013, destacou a empresa.

“O esforço conjunto de síndicos, zeladores e funcionários, aliado ao trabalho das autoridades em saúde, é fundamental para o controle da dengue nos condomínios residenciais e comerciais”, afirmou a gerente de Relacionamento com o Cliente, Márcia Romão.

Cuidados necessários nas áreas comuns dos condomínios:

• Ralos externos e canaletas de drenagens para água da chuvas: usar tela de nylon para proteção ou colocar sal semanalmente.

• Ralos internos de esgoto: colocar tampa abre-e-fecha ou tela de nylon (trama de um milímetro) ou, ainda, duas colheres de sopa de sal, no mínimo, semanalmente.

• Lajes e marquises: manter o escoamento de água desobstruído e sem depressões que permitam acúmulo de água, eliminando eventuais poças após cada chuva. 

• Calhas: manter sempre limpas e sem pontos de acúmulo de água. 

• Fossos de elevador: verificar semanalmente se existe acúmulo de água, providenciando o escoamento por bombeamento.

• Vasos sanitários sem uso diário: manter sempre tampados, acionando a descarga e semanalmente; caso não possuam tampa, vedar com saco plástico aderido com fita adesiva. Não sendo possível a vedação, acionar a válvula semanalmente, adicionando a seguir duas colheres de sopa de sal. 

• Caixas de descarga sem tampa e sem uso diário: tampar com filme plástico ou saco plástico aderido com fita adesiva.

• Pratos e pingadeiras de vasos de plantas: substituir a água por areia grossa no prato ou pingadeira, até a borda. 

• Caixas d´água: mantê-las vedadas (sem frestas), providenciando a sua limpeza periodicamente. 

• Piscinas em período de uso: efetuar o tratamento adequado com cloro. 

• Piscinas sem uso freqüente: reduzir o máximo possível o volume de água e aplicar, semanalmente, cloro na dosagem adequada ao volume de água. 

• Recipientes descartáveis: acondicionar em sacos de lixo e disponibilizá-los para coleta rotineira da limpeza pública. 

• Bromélias: substitua por outro tipo de planta que não acumule água. Enquanto esta providência for adotada, regar abundantemente com mangueira sob pressão, duas vezes por semana.

Fonte: Folha do Condomínio

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