7 de maio de 2013   Publicado por: Garante Araribóia

A bola da vez é o condomínio residencial

Segurança, modelo da casa e opções de lazer são os motivos para este novo boom no setor imobiliário.

Segurança na moradia. É este o motivo que faz com que o segmento de condomínios residenciais cresça nas principais cidades do Estado de São Paulo. No território estadual o aumento foi de 27% no ano passado. Enquanto em Sorocaba o acréscimo nas vendas de imóveis em áreas fechadas foi de 70%, em um ano a procura bombou em Jundiaí e alcançou o índice de 60%.

O Secovi (Sindicato da Habitação), responsável pela pesquisa de mercado, mostra outro perfil do comprador de imóveis. A busca por unidades de dois dormitórios, por exemplo, cresceu 61,5% em Bauru, enquanto em São José do Rio Preto o aumento foi de 70,31%.

Migração / Na última década, 328,1 mil habitantes deixaram a cidade de São Paulo. O desenvolvimento do Interior, aliado à instalação de empresas e o consequente crescimento econômico, atraem cada vez mais pessoas. Hoje o Interior é responsável por 44% do PIB (Produto Interno Bruto) do Estado.

Sérgio Guimarães Pereira Júnior, diretor da Vallor Urbano – empresa especializada na urbanização de terrenos residenciais e industriais – afirma que há uma forte tendência de valorização do Interior. “Rio Preto é uma cidade com alta qualidade de vida, ótimo índice de desenvolvimento, problema de saneamento resolvido e é polo regional, o que gera oportunidades de emprego”, explica.

Mas nem tudo são flores. O vice-presidente do Interior do Secovi-SP, Flávio Amary, explica que uma das barreiras para que Sorocaba continue como a primeira da região em lançamento de lotes é a falta de infraestrutura. “Foram aprovados 1.375 terrenos no ano passado, mas poderiam ser cinco mil. Isso tornaria o preço mais barato. A infraestrutura de água e esgoto para novos loteamentos é falha. A empresa responsável não consegue atender a demanda e ao Plano Diretor.”

Lazer / Um estudo do Secovi-SP e da Robert Michel Zarif Assessoria Econômica em Bauru destaca que quanto mais elevado o padrão do imóvel, mais indispensáveis se tornam os itens de lazer ao novo morador. Já em Jundiaí, os empreendimentos estão focando na verticalização.

Diferenças / Os loteamentos são aprovados, primeiramente, pela Graprohab (Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais do Estado de São Paulo). Em seguida, os projetos passam pela prefeitura. Só então é determinado se o empreendimento será condomínio ou loteamento fechado, pois existem leis para cada tipo de plano.

Imóveis mais vendidos custam até R$ 350 mil
Muitos fatores influenciam na decisão da compra do imóvel e o número de dormitórios é um dos mais importantes, pois é necessário conciliar a quantidade de quartos com a quantidade de pessoas que irá habitar o local.

Segundo dados do Graprohab (Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais do Estado de São Paulo), o valor médio dos imóveis em Rio Preto, no ano passado, ficou na faixa dos R$ 260 mil, sendo que o metro quadrado custa R$ 3.447. Já os imóveis mais vendidos estão nos valores de R$ 130 mil a R$ 350 mil.

De acordo com o Secovi (Sindicato da Habitação), o preço médio de um imóvel com dois dormitórios – os mais procurados em Sorocaba – é de R$ 180 mil. O metro quadrado está saindo por R$ 3.409. Os mais vendidos custam entre R$ 130 mil e R$ 350 mil.
A média de preço de uma unidade nos mesmos padrões, em Jundiaí, é vendida por R$ 265 mil. Cada metro quadrado de um imóvel custa R$ 4.194. A comercialização de casas e apartamentos varia entre os R$ 170 mil e R$ 350 mil.

Fonte: Rede Bom Dia

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