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28 de setembro de 2016   Publicado por: Garante Araribóia

Reciclagem: Condomínios transformam lixo em lucro

Reciclagem: Condomínios transformam lixo em lucro

Iniciativas promovem a reciclagem – inclusive de orgânicos – para utilização final no próprio condomínio, além de remuneração e troca de benefícios com empresas.

Em 2015, mais de 200 mil toneladas de lixo foram produzidas apenas na capital catarinense, o que corresponde à média de 600 toneladas por dia. Imagine que, ao invés de despejar essa quantidade de resíduos em aterros sanitários – contaminando toda a natureza do entorno -, o lixo fosse transformado em adubo para plantas e alimentos, novos materiais para circulação, fonte de empregos e até mesmo renda para os condomínios? Pois essa prática já existe e tem ganhado força na Grande Florianópolis.

A coleta seletiva pública é feita na capital catarinense desde 1988, pela Companhia Melhoramentos da Capital (Comcap). Segundo a companhia, hoje são atendidos 100% dos bairros, porém 90% dos domicílios, já que não há condições da coleta de porta em porta “pelas características geográficas” da cidade. Os recicláveis, então, são doados a associações de triadores e catadores da região – cada tonelada economiza ao município R$ 126 de serviços de transportes e aterramento.

Além da coleta seletiva realizada pelos municípios, cresce o número de empresas que oferecem serviços de gestão de resíduos focadas no conceito do lixo zero – e isso inclui os orgânicos, sobre os quais ainda persiste a ideia de que não é possível reaproveitá-los. ORecicleAqui.com é uma delas, com programa que funciona da seguinte maneira: o síndico solicita a visita de um técnico, que apresenta o projeto e verifica as condições de armazenamento e geração de resíduos no local. Uma proposta comercial, então, é apresentada, e o condomínio passa a fazer a separação dos recicláveis em grupos.

“Quando os materiais recicláveis estocados atingem a quantidade programada, o síndico, por agendamento, solicita a retirada dos materiais, que são levados ao galpão onde são pesados, registrados no sistema e é feito posterior pagamento ao condomínio”, detalha o engenheiro Thiago Arlindo Pereira, gerente de projetos da empresa, ao explicar que o pagamento é feito por quilo, de acordo com o material.

A empresa ainda oferece ajuda ao condomínio que precisa adequar o local de armazenamento – o grande embate para os edifícios com área comuns pequenas -, além de disponibilizar sacarias para o depósito do lixo. “Realizamos visitas diárias a novos condomínios. Os síndicos, assim como os condôminos, estão muito interessados em praticar a reciclagem, visando não apenas o benefício financeiro, mas a certeza de que o material coletado seguirá para a destinação correta, voltando para a indústria e deixando de ir para aterros sanitários”, frisa Thiago.

Também na Grande Florianópolis está a empresa Novociclo, que oferece um serviço de planejamento de locais para armazenamento, treinamento da equipe de limpeza, operação de coleta de todos os resíduos, com acompanhamento por plataforma on-line e consultorias periódicas. A remuneração ao condomínio é feita através de um sistema de pontuação para os itens reciclados, que é revertido em descontos na mensalidade e produtos de limpeza ecológicos ou adubo.

Lixo vira adubo

Enquanto algumas pessoas preferem ignorar o destino final de todo o lixo produzido diariamente, o síndico profissional Edson Machado Pinto decidiu transformar em vida o que poderia ser simplesmente descartado e poluir a natureza. Isso porque ele decidiu implantar no Condomínio Jardim Rio Tavares, no Sul da Ilha, um sistema de compostagem em que todos os resíduos orgânicos das casas, além das podas e galhadas, são transformados em adubo a ser utilizado pelos próprios moradores.

Após o intenso trabalho de conscientização e motivação, os moradores gostaram da ideia e aprovaram o projeto em assembleia. Um sistema com montagem de leira de compostagem termofílica, então, foi projetado para que todo o trabalho seja feito no próprio condomínio. Para isso, uma empresa especializada foi contratada para realizar a trituração do material e o manejo da composteira. Os outros recicláveis, por sua vez, são recolhidos por catadores conhecidos – iniciativa que o síndico profissional aplica também em outros edifícios.

“É preciso desenvolver a consciência social dos moradores, para que eles entendam que a separação adequada dos resíduos recicláveis no condomínio permite, no mínimo, que famílias de catadores tenham uma base de sustento mais fácil, e que o município gaste menos com a logística desses materiais”, destaca Edson.

Fonte: Comcap

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28 de setembro de 2016   Publicado por: Garante Araribóia

Dicas para não ter problemas ao comprar a casa própria

Comprar a casa própria envolve muitas questões burocráticas, por isso é preciso tomar cuidado

A hora chegou! A casa própria parece estar mais perto do que nunca, mas antes de tomar essa decisão e fechar negócio, muitas questões devem ser envolvidas, de modo que não haja problemas nessa etapa que tem tudo para ser maravilhosa. Já falamos algumas vezes por aqui, mas vale falar de novo que, entre cada 10 pessoas, oito sonham em ter a casa própria como o maior objetivo financeiro da vida. De uns tempos para cá isso está mudando, mas ainda vai levar muitos anos para que essa percepção se altere, ainda mais se contarmos que imóveis são investimentos sem erros para retorno.

Ainda assim, há muito o que ser analisado na hora de fechar negócio. Nem tudo precisa – e nem pode – ser apenas flores. Uma negociação envolve diversos fatores e que precisam ser analisados minuciosamente para que nada dê errado. E se você ainda não sabe o que precisa ser levado em consideração, veja o artigo com as dicas que preparamos.

Couple With House Keys Standing In Front Of House

Analise bem as condições de financiamento

Cada banco irá te oferecer uma condição de financiamento diferente, por isso, é muito importante ver o que de melhor e de pior há em cada um deles. Em alguns você pode conseguir crédito, já em outros não; em um a taxa pode ser maior e no outro menor… Tudo isso precisa ser levado em consideração, principalmente pensando no valor final.

Você pode fazer isso por meio das simulações gratuitas em cada banco. É bem simples e a maioria oferece esse tipo de serviço.

Análise do contrato

Casas bonitas, pensamentos na decoração, idealização da vida perfeita… Tudo isso é muito lindo, mas antes há outras preocupações para serem analisadas. Leia cada detalhe do contrato e peça ajuda de um advogado para conhecimento de todas as cláusulas. Isso é de suma importância.

E mesmo assim, antes de fechar negócio, faça, pelo menos, três visitas no imóvel e certifique-se de que é aquilo mesmo que você deseja. Faça essas visitas em horários alternados.

Conte com a ajuda de um corretor de imóveis

É muito importante estar respaldado por um profissional que conhece tudo sobre imóveis, negociações e toda a documentação necessária para fechamento do negócio. E é para isso que os corretores estão aí. Além disso, eles podem te ajudar a buscar imóveis de acordo com o seu perfil, melhores localizações e preços e tomada de decisões.

Fonte: ImovelWeb

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27 de setembro de 2016   Publicado por: Garante Araribóia

Condomínio, uma pequena cidade

Assim como as prefeituras, os condomínios também contam com uma estrutura administrativa, com direitos e deveres a cumprir

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Todo condomínio é uma pequena cidade e, como tal, precisa ser administrado. Manutenção, contabilidade, contratos trabalhistas, controle de gastos, prestação de contas são obrigações inerentes ao administrador, seja ele um prefeito ou um síndico. Assim como as prefeituras, os condomínios também contam com uma estrutura administrativa, com direitos e deveres a cumprir.

A administração de um condomínio é composta pela assembleia geral, síndico, subsíndico, conselho fiscal e conselho consultivo. “A assembleia geral é o órgão supremo e deve ser convocada pelo síndico ou por condôminos, como determinar a convenção. É realizada para decidir sobre os assuntos constantes no edital de convocação”, explica o advogado Marcio Zuba.

Segundo ele, o síndico é o responsável por administrar o condomínio e zelar pelos interesses dos moradores. Suas atribuições estão previstas no Código Civil e na Lei 4.591/64. “O síndico é o responsável por convocar a assembleia, prestar contas, advertir o condômino que infringe a convenção ou o regulamento interno, apresentar o orçamento trimestral, movimentar as contas bancárias, efetuar seguro do prédio”, lista o advogado, que presta assessoria a condomínios.

Também está entre suas obrigações a administração dos funcionários do condomínio e a cobrança, inclusive judicial, dos moradores devedores. “O síndico também deve verificar prazos e contratos de prestação de serviços, como seguros, elevadores, bombas, manutenções, antenas coletivas”, acrescenta Zuba.

Mas nem só de deveres é feita a vida do síndico. Cabe à convenção e ao regimento interno de cada condomínio estabelecer também os direitos do síndico. “Um dos principais direitos do síndico é uma justa e compatível remuneração mensal, em virtude da responsabilidade assumida”, argumenta o advogado.

Já a função de subsíndico não está prevista em lei, mas é prevista na convenção da maioria dos condomínios. “A função do subsíndico é substituir o síndico quando dos seus impedimentos, qualquer que seja o motivo”, afirma Zuba. “O subsíndico também pode auxiliar o síndico em suas funções, se assim estiver previsto na convenção ou regimento”.

Conselhos

O Código Civil diz que ao Conselho Fiscal compete dar parecer sobre as contas apresentadas pelo síndico. “O principal objetivo do Conselho Fiscal é conferir mensalmente os gastos do condomínio, verificando se são os mesmos aprovados em assembleia, se o dinheiro do condomínio está sendo investido como previamente combinado e se as contas e tributos estão em dia”, explica o advogado.

Já nas tomadas de decisões, quem auxilia o síndico é o Conselho Consultivo, cujas atribuições devem ser previstas pela convenção do condomínio. “Usualmente é atribuição do conselho consultivo fiscalizar a gestão do síndico, autorizar despesas não previstas no orçamento, acompanhar execução de medidas recomendadas pela assembleia, manifestar-se previamente quanto a atos ou contratos, acompanhar a preparação das assembleias”, conta o advogado.

Responsabilização

Perante a Justiça, o síndico é quem responde civil e criminalmente pelo condomínio. A responsabilização dele se dá quando as atribuições do cargo não são cumpridas adequadamente, ocasionando prejuízos aos condôminos ou a terceiros ou configurando prática criminosa. “O síndico precisa conhecer bem sua função, as leis, o regimento interno e a convenção do condomínio”, alerta o assessor jurídico do Sindicato da Habitação e Condomínios (Secovi), Danilo Serra Gonçalves.
Segundo ele, muitas dúvidas e erros cercam o desempenho do síndico. Tanto que o sindicato realiza atividades mensais de orientação. “Todo mês, temos encontros e cursos para orientar os síndicos sobre determinados temas. O próximo assunto será assembleia, porque eles costumam ter muitas dúvidas e qualquer erro na preparação de uma assembleia pode anulá-la”, explica.

Fonte: Folha de Londrina

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27 de setembro de 2016   Publicado por: Garante Araribóia

Garagem: Conheça quais são e saiba como resolver os principais conflitos

Como resolver os principais conflitos de garagens nos condomínios

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Alguns dos problemas mais frequentes entre vizinhos em um condomínio envolvem a garagem. Carros mal estacionados, as chamadas vagas presas, o uso de um espaço para acomodar mais de um veículo e pequenos acidentes estão entre as principais reclamações.

Para entender quais são os direitos e deveres de cada um neste ambiente é importante compreender que existem dois tipos de espaço para acomodar os carros em um condomínio.

Um deles é, na verdade, um estacionamento. Trata-se de uma área comum usada para abrigar veículos de acordo com o regimento do conjunto.

Nesses casos, a escritura do imóvel ou o contrato de aluguel não mencionam “vaga” ou “espaço de garagem”, conforme explica Juliana do Rocio Vieira, advogada do departamento jurídico do Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi-PR). As delimitações das vagas podem ou não existir.

O outro espaço é, de fato, considerado garagem, composto por vagas privativas, ou seja, que são propriedade particular do condômino.

Elas são descritas no registro do imóvel, podendo ser fixas, com o número de cada apartamento, casa ou sala comercial, ou rotativas, ocupadas à medida em que as pessoas vão chegando.

Outro ponto a ser levado em conta, de acordo com a advogada, é o tamanho das vagas de garagem. Às vezes o condomínio não tem opções para carros muito grandes, ou até mesmo não permite a sua entrada.

“É sempre importante prestar atenção a esses fatores ao comprar ou alugar um imóvel”, afirma Juliana.

Vagas para idosos e pessoas com necessidades especiais

No caso de existir condômino idoso ou com necessidades especiais, compete ao condomínio oferecer a vaga mais adequada.

“É uma questão de cidadania que deve ser resolvida em assembleias”, afirma Juliana.

No caso dos chamados estacionamentos, é possível tornar fixo um espaço para o idoso ou a pessoa com necessidade especial, talvez mais perto da porta ou mais ampla.

Para o caso de vagas privativas e rotativas, os condôminos podem concordar em fixar as vagas desses moradores. E, no caso de vagas privativas fixas, é possível um acordo entre os moradores para que sejam feitas as trocas necessárias visando o bem-estar de todos.

Vizinhos espaçosos

Um dos principais motivos de conflitos entre vizinhos é a invasão do espaço. Um carro mal estacionado, que ocupa parte da garagem do outro, que dificulta uma manobra ou impede o abrir de uma porta pode gerar reclamações.

Segundo Juliana, se você sofre com um vizinho espaçoso, o ideal é que, em um primeiro momento, você tente reclamar de forma amigável, diretamente com o envolvido. Se não for suficiente, é necessário recorrer ao síndico. E se o fato persistir, é possível entrar com uma ação contra a pessoa no juizado especial.

Mesmo nos chamados estacionamentos, é possível reclamar caso você se sinta prejudicado neste sentido. Neste caso, o que ocorre é uma violação das normas do condomínio, já que se trata de uma área comum. Assim, é necessário acionar o síndico.

Mais de um veículo em uma vaga

Uma prática comum nos condomínios é usar a vaga de garagem para guardar mais de um veículo. Muitas pessoas que têm moto além de um carro, por exemplo, colocam os dois na mesma vaga que, a princípio, serve para acomodar apenas um.

O pensamento é quase sempre o mesmo: uma moto é tão pequena, cabe tranquilamente e não invade outra vaga.

“A área para os carros já é muito pequena, principalmente em prédios. Esse ‘espacinho’ ocupado pela moto pode atrapalhar a manobra de alguém ou até a circulação na garagem”, enfatiza Juliana.

Cada condomínio lida de uma forma com essa questão. Se não atrapalhar ninguém e todos concordarem, é possível manter dois ou mais veículos em uma vaga.

Mas, se alguém se sentir prejudicado, é necessário resolver, o que pode ser feito amigavelmente, como aponta a advogada do Secovi-PR.

Segundo ela, o melhor é tentar um diálogo entre as partes. Se não resolver, partir para uma notificação extrajudicial – um tipo de carta não oficial em que são explicitadas as reclamações, além de um aviso de que o problema será levado à justiça caso o outro não colabore.

Garagem como depósito

Na maioria dos condomínios, é proibido o uso da garagem como depósito, afirma Juliana.

“É uma prática que pode gerar entulho e até mesmo o aparecimento de pragas, como ratos”, aponta. “Garagem é garagem, mesmo quando for de propriedade privada”, completa.

Se vai contra as normas, é possível uma notificação amigável e até mesmo entrar com ação.

Vagas “presas”

Em condomínios que possuem garagem com vagas “presas” – em que os carros impedem a passagem uns dos outros -, é muito importante que as regras de uso estejam muito bem explicadas nas normas.

Se é necessário deixar a chave na portaria ou se o morador será contatado quando tiver que mover o carro são alguns dos pontos que devem estar claros na regra.

De acordo com Juliana, esse é um tema que gera bastante conflito. Às vezes a pessoa está com pressa e o outro morador demora para tirar o carro. ]

Cinco minutos podem não ser grande coisa para uma pessoa, mas para alguém que está atrasado para o trabalho, é, como aponta ela.

“Caso você precise sair e o condômino demore ou não mova o carro, pode pedir um táxi e entregar a nota fiscal a esse morador, pedindo reembolso“, exemplifica Juliana.

O bom senso é muito importante neste caso: se você vai viajar sem seu carro e tem uma vaga que “prende” outro veículo, não esqueça de conversar com o outro morador, para trocar temporariamente as vagas. Ou deixe a chave na portaria.

Furtos e danos no carro

Segundo Juliana, o condomínio só deve ser responsabilizado por furtos, roubos e danos aos carros se estiver no regimento que isso deve acontecer ou se a segurança for feita por uma empresa.

Mas estas opções raramente existem, segundo ela. Conforme a advogada explica, a questão é polêmica justamente porque não é possível controlar tudo o que acontece no condomínio, como entrada de pessoas de fora, por exemplo.

“O condomínio não é uma empresa, mas sim a junção de todos os condôminos. Não é possível responsabilizar todos os moradores”, afirma. Além disso, se o fato ocorre entre dois moradores, o caso deve ser resolvido entre as partes, e não envolver o restante dos condôminos.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/

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26 de setembro de 2016   Publicado por: Garante Araribóia

Como usar veludo na decoração

Na sala, no quarto ou em qualquer outro ambiente da casa o veludo pode criar ótimos contrastes

Um tecido cheio de classe, pompa e garbo. Usar veludo na decoração, de fato, não é para qualquer um, e sim, só para quem pode e gosta de uma casa cheia de classe e com uma pegada mais contemporânea clássica. Há diversas variações para o uso do veludo na decoração e iremos mostrar algumas delas.

O legal do veludo é que ele estava esquecido faz um tempo, mas ultimamente acabou chegando com tudo e agradando demais às pessoas. Ele até está sendo usado como contraste de uma decoração moderna. Basta saber selecionar o lugar certo e se apaixonar.

Esse ícone de luxo pode estar presente na sua casa. Ainda mais depois ler as nossas dicas e perceber como o veludo é um tecido multiuso e encantador. Veja:

Pequenos detalhes, mas grandes diferenças

Esse é um dos principais conceitos do veludo. Está achando a sua sala muito sem graça? Quer dar uma nova cara para o seu sofá? Ao invés de colocar uma manta normal, por que não apostar num belo pedaço de veludo para dar aquele toque de classe para o seu sofá?

Uma manta de veludo pode transformar uma sala neutra. Além disso, é uma peça que protege o seu móvel contra sujeiras.

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Manta de veludo na beira da cama

Outro toque de classe que a manta de veludo pode oferecer é no quarto. A sua cama pode estar sempre bem arrumada, mas imagina se ela tiver um pedaço de veludo na ponta? Que classe, que estilo!

Além disso, as mantas de veludo também podem estar no aparador. Fica charmoso e bem contrastante, dependendo do estilo adotado.

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Móveis de veludo têm classe

Agora se você realmente gosta de veludo e quer adotar esse estilo, que tal apostar num móvel inteiro revestido de veludo? O charme é inigualável e o conforto oferecido pelo veludo é fantástico.

No frio, eles esquentam muito bem e são confortáveis. No calor não são tão agradáveis, pelo mesmo fato de esquentar, mas o conforto permanece o mesmo. A escolha parece ser ideal e certeira.

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Fonte: ImovelWeb

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26 de setembro de 2016   Publicado por: Garante Araribóia

Problemas no uso da garagem

Carros estacionados fora da vaga, motos, danos, furtos, uso como depósito, buzinas, portões automáticos, ...Carros estacionados fora da vaga, motos, danos, furtos, uso como depósito, buzinas, portões automáticos, …

Selecionamos abaixo algumas das situações mais comuns envolvendo o mau uso do local, os problemas que estas práticas podem gerar, e sugestões para normalizar a utilização.

As sugestões elencadas não excluem a aplicação de multas e advertências – pelo contrário. Mesmo quando não citamos entre as sugestões, elas podem e devem ser aplicadas.

No entanto, nosso foco aqui foi ampliar o leque de atitudes que podem ser tomadas para combater os problemas de mau uso da garagem. Além de esclarecer sobre certas conseqüências imprevistas geradas pela utilização fora da norma.

1) Carro parado fora da vaga

PROBLEMAS QUE PODE CAUSAR:

  • Impedir a circulação na garagem, gerando atrasos em compromissos de condôminos ou até, para citar casos extremos mas possíveis, dificultando socorro a um condômino doente, ou que tenha tido um acidente ou mal súbito, ou dificultando a saída de um morador que tenha de atender a um chamado urgente (no caso de um médico, por exemplo)
  • Desorganização do uso da garagem: se você para na vaga de alguém, esse também vai ter de parar em uma vaga errada, criando um “problema em cascata”
  • Irritação entre vizinhos

SUGESTÕES:

  • Agir rapidamente e com firmeza. Não hesitar em aplicar as advertências e multas previstas na Convenção e no Regimento Interno. Esse é um problema que, se não for combatido desde o princípio e seriamente, pode gerar uma prática que se torna uma das principais causas de atrito em condomínios
  • Realizar uma campanha de esclarecimento, com cartazes no elevador e no quadro de avisos da garagem, se houver.
  • Além disso, se houver câmeras na garagem, pode-se orientar o porteiro ou zelador interfonar imediatamentepara a unidade relativa ao automóvel deixado fora da vaga, solicitando o estacionamento na vaga correta. É claro que isso só será feito se não for preciso deixar a portaria a descoberto para identificar o veículo. O porteiro pode solicitar a identificação ao zelador ou a um funcionário que esteja próximo ao local
  • Para não privilegiar ou desprivilegiar ninguém por muito tempo, com as melhores ou piores vagas, realizar sorteio e rodízio das vagas em períodos mais curtos
  • Quando houver espaço disponível, pode ser tentada a redistribuição das vagas com a criação de uma vaga de carga e descarga, próxima ao elevador, com permanência de 15 minutos com o pisca-alerta aceso.

2) Carro maior que a vaga

PROBLEMAS QUE PODE CAUSAR:

  • Dificuldade de acesso às vagas vizinhas
  • Dificuldade de manobra
  • Ocupação de uma área maior do que a que o condômino tem direito

SUGESTÕES:

  • Antes de mais nada, consulte a Convenção e o Regulamento do condomínio sobre o assunto: veja se existem normas sobre o tamanho do veículo que pode ser estacionado
  • É dever do novo condômino ou morador conhecer e aceitar a Convenção e o Regulamento do condomínio para o qual está se mudando – pelo menos até que a Convenção seja modificada em assembleia, com o voto de 2/3 dos condôminos
  • Não é conveniente redimensionar apenas algumas vagas para comportarem carros maiores. Seria necessário alterar todas, para não ferir o princípio de igualdade no uso de área comum

3) Carro e moto ou bicicleta na mesma vaga

PROBLEMAS QUE PODE CAUSAR:

  • Dificultar manobra nas vagas vizinhas
  • Dificultar acesso às vagas vizinhas
  • Apesar disso, em alguns condomínios, tal prática costuma ser tolerada sem gerar atritos, desde que as vagas sejam espaçosas e os veículos não ultrapassem a faixa que delimita o seu espaço.
  • Por outro lado, em muitos casos, isso pode tornar inviável a organização da garagem e, consequentemente, virar uma grande fonte de atritos. Assim, muitos condomínios permitem apenas um veículo por vaga – OU um carro, OU uma moto, OU uma bicicleta. Dessa forma, liberar o estacionamento dos dois, em casos isolados, pode descaracterizar a norma e abrir o precedente para uso da vaga como depósito (vide abaixo os problemas neste caso)

SUGESTÕES:

  • Aplicar rigidamente a Convenção e o Regulamento. Transigir em um caso ou dois pode abrir precedentes perigosos
  • Construção de bicicletário

4) Uso da vaga como depósito

PROBLEMAS QUE PODE CAUSAR:

  • Ruim para a higiene: materiais como madeira e papel tornam-se facilmente abrigo e alimento para insetos que podem se alastrar no condomínio
  • Desvirtua o uso da área comum previsto na Convenção
  • Pode expor as crianças do condomínio a objetos perigosos
  • Em excesso, pode dificultar manobras e acesso a vagas
  • Inconeniente esteticamente, criando aparência de bagunça

SUGESTÕES:

  • Agir rapidamente na aplicação de advertência e multa, antes que a prática se instale e que algum problema aconteça – neste caso, por negligência, o condomínio pode até ser processado
  • Colocar um cartaz de alerta sobre o problema, em área comum

5) Buzinada para abrir portão

PROBLEMAS QUE PODE CAUSAR:

  • Incômodo aos moradores dos andares mais baixos
  • Problemas com moradores de imóveis vizinhos ao condomínio
  • É um procedimento que, por chamar a atenção, expõe a segurança do condomínio

SUGESTÕES:

  • Os condomínios mais seguros atualmente não permitem que o porteiro abra o portão de veículos que simplesmente buzinem para entrar. Muitos assaltos já ocorreram por esta “brecha” de segurança. Mesmo que o carro não tenha vidros escuros, à noite o porteiro pode ter de abandonar seu posto para verificar se é mesmo um condômino que quer entrar
  • É claro que, para isso ocorrer, o condomínio tem que ter acesso eficiente por controle remoto, e igualmente importante, ter estabelecido esta regra com anuência dos condôminos, em assembleia. O porteiro deve ser bem orientado neste sentido
  • Neste caso, se as buzinadas acontecerem muitas vezes ou durante um longo tempo em uma vez, pode ser também um sinal de distração ou ausência do porteiro no posto. Peça para o zelador observar o caso
  • Ainda neste caso, pode-se criar, apenas para a saída (nunca para a entrada), uma alternativa para o acionamento dos portões
Fonte: SindicoNet
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23 de setembro de 2016   Publicado por: Garante Araribóia

Preço dos imóveis comerciais mostram queda em agosto

De acordo com o Índice FipeZAP o mês registrou preços baixos tanto para locação quanto para venda

O relatório disponibilizado pelo índice FipeZAP, que acompanha o preço de venda e locação de salas e conjuntos comerciais de até 200 m² em quatro cidades brasileiras, divulgado neste mês, registrou nova queda em agosto.

Na comparação com julho de 2016, os preços de venda caíram em média 0,49% e os de locação recuaram 1,01%. Nos últimos 12 meses, os preços de venda e de locação caíram. Se considerarmos a inflação de 8,97% neste período segundo o IPCA/IBGE (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo/ Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a queda real de preços atinge 18,12% nos alugueis e 11,22% no caso dos preços de imóveis comerciais à venda.

O Rio de Janeiro ainda aparece como o m² mais caro (Foto: Shutterstock)

O Rio de Janeiro ainda aparece como o m² mais caro (Foto: Shutterstock)

A comparação entre o investimento feito em imóveis comerciais é uma alternativa de menor risco (o CDI), porém, os investidores deste segmento desde 2015 tem recebido perdas. Nos 12 meses encerrados em agosto de 2016, enquanto o CDI rendeu 14%, os proprietários de saletas que estavam locadas tiveram um retorno médio de 2,2% (fruto da combinação entre o recebimento dos alugueis e da desvalorização de seus ativos). Segundo o economista do FipeZAP, Raone Costa,” os resultados deste mês mostram que o mercado de imóveis comerciais está passando por um cenário desafiador, o que é de certa forma esperado dado o momento econômico em que vivemos no País”.

Em agosto, o valor médio do m² anunciado das quatro cidades foi de R$ 10.409 para venda e R$ 45 para locação. Apesar da queda recente, Rio de Janeiro ainda tem os maiores valores por m²: R$ 11.899 (venda) e R$ 50 (locação). Por outro lado, São Paulo registra a maior taxa de rentabilidade do aluguel, com retorno anualizado de 5,5%.

Fonte: ZapImoveis

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23 de setembro de 2016   Publicado por: Garante Araribóia

Autogeração de energia

Não ter mais que se preocupar com os aumentos na conta de luz e, até mesmo, reduzir ou quase zerar o valor da fatura, além de contribuir para a preservação do meio-ambiente. Esses são alguns motivos que têm feito com que a autogeração de energia tenha se tornado realidade no Vale do Itajaí e litoral norte catarinense. Segundo gráfico de geração distribuída em operação da Celesc o número de instalações de sistemas fotovoltaicos vem crescendo nessas regiões. Podem ser instalados em residências, empresas, áreas rurais e até mesmo em indústrias. Para especialistas na área, a tendência é de que a adesão por esses projetos aumente nos próximos anos.

“Ter um sistema de geração de energia solar pode diminuir em até 90% os gastos com energia fornecida pelas distribuidoras. O consumidor terá o retorno do valor investido em até oito anos, e não precisará mais se preocupar com gastos energéticos adicionais por pelos menos 20 anos, que corresponde ao tempo de vida útil do sistema fotovoltaico. Outro aspecto a ser considerado é que o imóvel que possui o sistema tem uma valorização de até 8%”, afirma o diretor comercial da Tek Energy Douglas Salgado.

A Tek Energy trouxe recentemente, para o Vale do Itajaí e litoral norte catarinense, a tecnologia da empresa Canadian Solar, uma das maiores companhias fabricantes de painéis solares do mundo. Salgado informou ainda que apenas no último mês foram instalados 2 sistemas na cidade de Balneário Camboriú e outros 3 estão em fase de estudo nas cidades de Itajaí e Camboriú.

Como produzir a própria energia

Qualquer pessoa pode ter em sua casa ou empresa um sistema de autogeração de energia solar. Para isso é necessário contar com a consultoria de uma empresa especializada na área que seja capaz de cuidar de todo o processo. Isso inclui desde a orientação na hora da venda dos equipamentos e sua instalação; as medidas necessárias para a homologação do sistema junto à Celesc, e o acompanhamento do início do funcionamento dos painéis. E, se houver necessidade, que preste o serviço de assistência técnica.

“O profissional irá fazer a análise da edificação, do posicionamento do sistema no telhado e também da vizinhança considerando, por exemplo, se outros prédios ou árvores irão produzir sombra nos painéis solares. Dessa forma poderá identificar qual a melhor parte do telhado para que seja instalado o projeto fotovoltaico para que seja mais eficiente”, explica Douglas Salgado.

Em seguida será analisado o consumo de energia atual do imóvel para saber quantos painéis serão necessários para atender a demanda energética. Se com a geração fotovoltaica a intenção é aumentar ainda mais o consumo de energia é importante, na hora dos cálculos, projetar essa situação.

“Há pessoas que pensam que porque instalaram o painel solar podem simplesmente dobrar o consumo de energia. Por conta destas situações no momento em que estamos fazendo o cálculo sempre orientamos nossos clientes a verificarem qual é a projeção de consumo de energia, se há intenção de aumentar ou não a médio ou longo prazo”, orienta.

Os sistemas fotovoltaicos são totalmente modulares o que permite fazer a instalação de poucos painéis e, depois, conforme a demanda, ampliar a geração de energia. O importante é logo no início fazer essa projeção e verificar se a estrutura disponível irá suportar todo o equipamento no futuro.
Monitoramento em tempo real

Com o uso de aplicativo de monitoramento é possível saber, em tempo real, dados de geração e consumo da energia solar produzida. Dessa forma a pessoa saberá qual foi a produção diária e a eficiência dos painéis sem contar a questão do meio-ambiente com informações de quanto de gás carbônico ela deixou de emitir na atmosfera.

“É algo realmente difícil de entender na fatura comum o que foi geração e consumo de energia solar. Então, para facilitar a leitura e o entendimento da geração de energia através das placas fotovoltaicas, disponibilizamos através de um aplicativo os dados de forma simples para que o consumidor acompanhe detalhadamente o processo”, diz Douglas Salgado.

Créditos ao consumidor: geração solar maior que o consumo

No Brasil ao contrário de outros países não é possível vender a energia excedente (quando a produção é maior que o consumo) para as concessionárias. O sistema adotado é o da compensação de energia elétrica onde o consumidor fica com um crédito em sua conta de luz. E para melhor utilizá-lo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) fez algumas mudanças na resolução que regulariza a geração distribuída no Brasil permitindo que o usuário tenha mais de uma opção na hora de ser feito este desconto.

O mais comum é o uso do crédito na mesma unidade consumidora que produziu a energia. Ele deve ser utilizado em outro mês e fica disponibilizado por um período. Uma opção que tem chamado atenção é a do autoconsumo remoto. Situação em que o consumidor gera energia em uma unidade e o excedente (créditos) pode ser transferido para outra unidade consumidora. Neste caso é necessário que as duas estejam com o mesmo CPF ou CNPJ e localizadas na mesma área de distribuição da concessionária.

“Um dos sistemas instalados recentemente em Balneário Camboriú irá funcionar desta forma. Nosso cliente optou por colocar o sistema em um edifício que durante a temporada de verão tem os apartamentos alugados e cadastrou outra unidade consumidora para receber 10% do excedente da geração de energia”, destaca Douglas Salgado.

A geração distribuída em condomínios também tem sido um novo formato. Através do CNPJ do condomínio se compra o equipamento para geração de energia e começa a produzir. Quando há excedente é possível dividir entre os participantes do investimento.

Outra situação semelhante – e que foi amplamente utilizada em países pioneiros na geração distribuída – é quando consumidores se reúnem em cooperativa ou consórcio para investir na instalação de um grande sistema solar fotovoltaico capaz de atender desde indústrias, comércios e até mesmo residências. Desta forma é possível além de dividir o custo do investimento ter um equipamento de alta potência gerando energia para um número maior de pessoas.

Fonte: Obra24Horas

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22 de setembro de 2016   Publicado por: Garante Araribóia

A “Lei do Silêncio” no condomínio existe?

Foto: Arquivo

Regras para melhorar a convivência com vizinhos

Na maioria das reuniões de condomínios, a “Lei do Silêncio” é sempre lembrada e exigida pelos condôminos e inquilinos, que se incomodam com barulhos fora de hora. Para a empresa administradora de condomínios Pro Domo pode-se citar duas categorias de barulho que se sobressaem das demais: o contínuo – seja uma festa no salão ou na própria unidade, que acalorada, segue madrugada a fora -, ou os breves ou esporádicos, como o caminhar com salto, arrastar móveis ou utilizar aparelhos eletrodomésticos, que costumam fazer muito barulho, repetidamente, em vários dias. Hoje, a administradora vai abordar o funcionamento das regras, com o intuito de melhorar a convivência entre os vizinhos.

Mas essa lei realmente existe? Bem, a legislação, devidamente registrada pelo poder legislativo e denominada de “Lei do Silêncio”, não. Porém, existem inúmeras regras sobre o assunto, que ao serem desrespeitadas podem resultar em infrações ao Regimento Interno do Condomínio e até em atos considerados contravenções ou crimes tratados em leis federais.

Limites de decibéis 

Sabemos que qualquer tipo de som pode ser medido através dos decibéis, por exemplo, sons até 20 decibéis são praticamente imperceptíveis para os ouvidos humanos. Segundo a OMS, 50 decibéis é considerado um ruído/barulho saudável, ou seja, que não prejudica quem ouve. Entre eles, podemos citar alguns, como a conversa em tom baixo, uma rua sem tráfego ou até mesmo um escritório com poucas pessoas.

Agora, se o nível de ruído/barulho exceder 55 até 65 decibéis, ele pode influenciar negativamente a pessoa que o escuta, gerando redução na capacidade de concentração, da produtividade no trabalho intelectual e também, do descanso. Essa quantidade de decibéis é comum em local de trabalho com diversas pessoas, uma rua com trânsito normal, televisão ligada com volume médio.

Infelizmente, os problemas causados pelo excesso de barulho não se limitam apenas à nossa concentração. Se a pessoa for exposta por um médio ou longo período de 65 a 70 decibéis, pode resultar em mudanças químicas no nosso próprio organismo, algo que, a longo prazo, pode provocar alterações na saúde da pessoa atingida pelo som.

Lugares comuns que podem contar com essa taxa de som são as ruas movimentadas, secador de cabelo, cinema e restaurante muito cheio.

Agora, se a pessoa tiver uma longa e duradoura exposição a sons que excedam os 70 decibéis, as consequências são o estresse degenerativo além de complicações à saúde mental.

Ações dentro dos condomínios

No caso dos sons contínuos, sua verificação é mais fácil e pode ser realizada pelo sindico, subsíndico ou mesmo o zelador. A presença desses responsáveis pelo prédio deve ser considerada, afinal, esses “porta-vozes do prédio” estão no condomínio também para evitar animosidades entre os moradores. Portanto, caso aquela festa esteja fazendo barulho demais, nada melhor do que informar a um desses responsáveis para que alertem o dono da festa.

Ter uma terceira pessoa intermediando a situação pode gerar resultados positivos e satisfatórios, levando em consideração sua discrição para não revelar qual vizinho solicitou tal intervenção.

Conforme a administradora de condomínio. tal intervenção pode ser adotada, tendo em vista a ocorrência de possíveis situações desagradáveis. Não se pode deixar de considerar que, em festas, o consumo de bebidas alcoólicas é comum, algo que pode gerar desentendimentos muito mais graves do que apenas alguma mágoa ou desaforo, comentou.

Nestes casos, um primeiro aviso, de forma verbal é o mais viável para não gerar desavenças, agora, se por ventura o festeiro for avisado e não tomar iniciativa para se corrigir, neste caso uma multa regimental poderá ser aplicada e ainda, será possível chamar a Polícia em casos mais graves, como agressão física.

Agora, se o som não exceder os limites de malefícios à saúde, mas estiver incomodando, os policiais também poderão ser acionados, segundo art. 42 da Lei de Contravenções Penais, configurando Contravenção Penal de Perturbação do Sossego.

Para usar a proteção desse artigo, a medida avalia o local, o horário e o dia da semana. Seu infrator pode pegar três meses de prisão ou pagar multa.

Vale destacar que, nos crimes acima mencionados, não existe um horário determinado como as 22 horas (10h da noite) que costumamos utilizar como limite “à hora do silêncio”. Tudo vai depender das circunstâncias do momento, por exemplo, a lei do silêncio em um resort pode chegar às 00h. Da mesma maneira, qualquer excesso de barulho diante de um hospital é caracterizado como crime, podendo ser colocado entre as penalidades previstas em Lei.

O que fazer com os barulhos esporádicos

Quanto aqueles barulhos que são esporádicos, breves, mas que vão se repetindo ao longo dos dias, nada mais aconselhável que uma conversa franca e amigável entre vizinhos, neste caso, melhor manter apenas entre a parte causadora e a afetada, não coloque terceiros nesta conversa e tente de uma maneira calma expor o incomodo causado por determinada ação.

Mas digamos que você não conhece o vizinho que está lhe incomodando e que, provavelmente, nem sabe que está lhe incomodando. Nem mesmo neste caso, recorra a terceiros, se apresente formalmente e tenha a conversa, frente a frente, ou seja, não tente resolver seus problemas por e-mail, comunicado ou alguma mensagem no mural do Facebook ou pelo WhatsApp (isso caso conheça seu vizinho), geralmente, esse meio de comunicação pode gerar intrigas devido à possíveis más interpretações.

E agora que conhece um pouco mais a respeito de seus direitos quanto à Lei do Silêncio nada melhor do que fazer valê-los, claro, sempre aconselhando a tentar resolver seus problemas da melhor maneira possível para que o relacionamento entre vizinhos continue sempre positivo e saudável.

Fonte: Folha do Condomínio

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22 de setembro de 2016   Publicado por: Garante Araribóia

Dicas sobre como cuidar dos tapetes

Para manter as peças limpas e bem conservadas, é necessário estar atento a diversas particularidades

Manter os tapetes limpos e bem conservados pode ser mais difícil do que parece. Mesmo com o uso de aspirador ou de outras formas de limpeza mais cotidianas, com o tempo a poeira e os ácaros acabam se acumulando, além das manchas e odores indesejados, que muitas vezes insistem em permanecer.

“Os tapetes são muito importantes na decoração de um ambiente, e podem ser verdadeiras obras de arte, com alto valor agregado. Por isso, é importante estar atento a cuidados de conservação específicos para cada tipo de peça”, alerta a proprietária da Lavasecco, Maria Alzira Linares.

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Manter os tapetes limpos e bem conservados pode ser mais difícil do que parece (Foto: Shutterstock)

Os mais comuns são os sintéticos, que usam materiais como nylon, acrílico e prolipropileno. Os que são feitos de fibras, como lã, seda, algodão ou sisal, costumam ser mais frágeis. E as peças orientais e de pele são as mais sofisticadas, normalmente produzidas com fios de algodão, lã ou seda, e muitas vezes de forma artesanal. Estas exigem limpeza especializada.

Segundo Linares, os problemas mais comuns na manutenção das peças são as marcas de móveis, como pés de cadeiras e mesas, o desbotamento após várias lavagens, e a descoloração por incidência de raios solares ou pelo uso de produtos de limpeza inadequados. Quem tem animais de estimação em casa precisa ainda estar atento a acidentes com urina e vômito, por exemplo. “A urina é ácida, por isso pode amarelar e enfraquecer as fibras do tecido. Quando a sujeira não é tratada em curto prazo, a mancha se torna mais difícil de ser removida”, explica a especialista.

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Independente do material do tapete, todos necessitam de cuidados especializados na hora da higienização (Foto: Shutterstock)

Quanto aos tingimentos, é mais comum o uso de corantes sintéticos, aplicados em lã, seda e algodão. Estes são mais resistentes, embora sofram também com as manchas e desgastes. Já para tapetes tingidos com tintas vegetais, é mais recorrente o “abrash”, que é a mudança de cor somente em alguma parte da superfície.

A recomendação é que os tapetes recebam higienização especializada ao menos uma vez por ano, ou sempre que necessário. A Lavasecco utiliza produtos e tratamentos específicos para cada tipo de fibra ou tecido, para evitar manchas e desbotamentos.

Independente do material do tapete, todos necessitam de cuidados especializados na hora da higienização.

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Os tapetes são muito importantes na decoração de um ambiente, e podem ser verdadeiras obras de arte (Foto: Shutterstock)

Fonte: ZAP Imóveis

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